sábado, 26 de julho de 2014

(Voltar a) BRINDAR!


"Vamos voltar a coleccionar amigos. NÓS! 
Parem os atarefados com o menos importante, os que precisam de megafone para serem ouvidos, e os que no relógio têm tudo menos tempo.

Vamos servir saudades-à-portuguesa e celebrar a vontade de rir sem motivo, os abraços-de-ferro, o barulho e o silêncio convivido. VAMOS BRINDAR aos amigos de sempre mas também aos que fazemos pelo mundo, e que os melhores amigos sejam de uma vida ou de um mágico segundo".




[Mais uma mesa-meio-recheada, mais umas boas gargalhadas, mais um remendo no meio-tempo, no meio-silêncio, nas meias-ausências.

Mais uma meia-certeza, uma meia-promessa. Mais um texto que esperou pelo momento certo, pelo jantar certo, pelas pessoas certas.]



quinta-feira, 17 de abril de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Viajante (profissional).


Hoje perdi-me por aqui. E, confortavelmente sentada, viajei imaginariamente até 9 de junho de 2012. E (re-) conheci nove cidades europeias em 23 dias: Bucareste, Budapeste, Bratislava, Viena, Praga, Cracóvia, Varsóvia, Auschwitz e Berlim.

Depois fui mais longe: primeiro a Paris, depois a Lyon, a seguir a Sevilha e a Milão, depois a Palma de Maiorca e a S. Miguel. Voei até Londres, Matalascãnas, Madrid e Barcelona, parei em Andorra, voltei a Lyon. Uns minutos mais tarde regressei a Londres, agora melhor acompanhada, dei um salto a Greenwich e poucos segundos depois já estava de regresso a Milão. Depois fui até Rimini e atravessei a fronteira para San Marino. E voltei a subir Itália, desta vez até Turim. Parei em Bruxelas e planeei, novamente, Paris. Fiz as contas e somei metade das capitais europeias nas minhas mãos com unhas mal pintadas, nos meus sapatos confortáveis, na minha mochila já rota e sempre mal arrumada, nos meus olhos castanhos que sorriem semi-serrados, nas minhas constantes poucas horas de sono entre os check in e os check out, no meu cartão de memória gasto e, sobretudo, na minha bonita caixinha de recordações.

Facilmente me apercebi que podia tirar o profissionalismo do meu viajante, até porque eu faria isto, e muito mais, para o resto da minha vida, sem ter, necessariamente, que ter alguma desculpa em troca. E depois tive a certeza que o mundo também é a minha casa, desde que esteja com quem me quer bem. E que o saudosismo pode ser saudável, cúmplice e até agradável, desde que seja mútuo e compreendido.

Ainda confortavelmente sentada soube também que pequenas partes de mim ficam lá, longe, a quilómetros de distância da minha cidade, que nunca deixa de ser o meu refúgio. Ficam nas minhas fotografias imperfeitas, nas minhas escritas desalinhadas, no meu coração demasiado pequeno, nos meus sonhos longínquos e na minha felicidade fácil. E depois lembrei-me que daqui por uns dias faço novamente a mochila e fujo. E sorri.

terça-feira, 15 de abril de 2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Sobre encontros!


A felicidade é poder viajar sempre contigo.
Ou poder (re-) encontrar-te num qualquer aeroporto europeu.

Obrigada.

domingo, 30 de março de 2014

Jornalista.



E agora que eu fiz uma grande entrevista à Naide Gomes,
posso tirar o (pseudo-) da minha jornalista?


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Felicidades importantes.


"A felicidade é ter alguém que nos é tão fiel, (...)
é fazer planos para casar a quatro, (...)
era quando todos os ideais faziam sentido, (...) é rir à gargalhada, (...) é ser "kells damas dji kell street", a felicidade era poder acampar sempre com as pessoas de quem gostamos, (...) a felicidade é gostar muito" também de ti.


["Obrigada pelo miminho-da-caixa-do-correio 
e um obrigada ainda maior por 'o amor, esse, ser eterno'"]

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Natal.





( em poucos minutos e partilhar os chocolates e desvendar imagens e receber o melhor miminho de sempre! ♥ )

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Quando deixa de fazer tanto sentido!..


"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,
Que já têm a forma do nosso corpo, 
E esquecer os nossos caminhos, 
que nos levam sempre aos mesmos lugares. 

É o tempo da travessia, 
E se não ousarmos fazê-la
Teremos ficado, para sempre, 
À margem de nós mesmos". 


Fernando Pessoa