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domingo, 27 de maio de 2012

"Queres ser o marido da outra?" ♥




"Mas os maridos das outras não,
Porque os maridos das outras são,
O arquétipo da perfeição,
O pináculo da criação."



Miminhos, miminhos.



("Uma das melhores coisas do mundo". ♥)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

domingo, 29 de abril de 2012

"Free to explore Europe"


"Agora, não há volta a dar." ♥
[Obrigada. Nada disto seria possivel (nem teria o mesmo significado) sem ti.]




domingo, 22 de abril de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

Escuteiros e acampamentos para o resto da vida.


"Creio que o dia mais importante da minha vida foi um sábado de Maio de 1977 em que entrei para os escuteiros. Eu tinha oito anos. Essa decisão iria espoletar a sede dos espaços abertos, que por sua vez iria provocar a curiosidade de ver o que estava do lado de lá desses espaços abertos - que é a razão de cada viagem. Mas não descobri logo nesse sábado que adorava viajar. Foi alguns fins-de-semana depois, quando se marcou um acampamento para a nossa faixa etária, os lobitos.
(...) Acampámos no adro de uma capela no tecido urbano. Nessa noite, cantámos e representámos histórias escutistas à volta da fogueira. Tínhamos todos entre oito e onze anos, excepto os dois chefes que nos acompanhavam e que deviam ter à volta de dezoito. Era a noite mais intensa da minha vida.
(...) Regressámos a casa dois dias depois. Não sabia como dizer aos meus pais, mas quando se toca o fim do mundo pela primeira vez nasce algo de novo em nós. Disse-lhes que tinha tomado uma decisão, que não queria mais estudar, só queria escuteiros e acampamentos para o resto da vida. Queria viajar. Nessa noite histórica fui mandado para a cama sem sobremesa (...). Trinta anos depois, quem diria, a minha actividade económica principal mantém-se coerente com a decisão tomada na noite em que regressei do fim do mundo (...)".

Gonçalo Cadilhe in Encontros Marcados.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

1♥ [3/3]

12 flores, "uma por cada mês" + um amo.te (no Chiado) + um gelado.

1♥ [2/3]

"(...) A única coisa que eu precisava de receber hoje, era mesmo o que me segredaste."

1♥ [1/3]


("Amarelo porque é a tua cor preferida" acompanhado de miminhos doces, que não faziam parte dos planos.)


quinta-feira, 29 de março de 2012

Just Little Things.


(E deixemos os comentários para depois.)

quinta-feira, 22 de março de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

sexta-feira, 16 de março de 2012

E se eu conseguisse...

...aliar quatro paixões nas três primeiras semanas de Junho?








(era a Super-Mulher...
...ou, pelo menos, iria sentir-me como tal.)

sexta-feira, 9 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Quando vamos comer a nossa pizza? ♥




(Já era para ter colocado isto aqui. Contudo, achei mais importante deixá-lo aqui. Mas depois de o ver aqui, teve mesmo que ser. E, afinal, hoje até é o dia ideal para o fazer, porque também gosto muito quando "namoramos" as duas.)

Google Heart. ♥


"(...) É apenas o primeiro dos 79 anos que estão para vir."


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O Avô (e o texto para a Medalha Cruz de São de Prata).

[O nosso escuteiro de cabelos brancos.]


Já perdeu a conta a quantos anos tem de escutismo, mas diz, seguramente, que “são mais do que 60”. O Chefe Vitor Pedroso, ou o avô como carinhosamente é tratado no Agrupamento 317, tinha apenas 12 anos quando começou: “fui para os exploradores, ainda nem havia lobitos”, contou.

Quando questionado sobre o porquê de se inscrever no movimento, o Chefe Pedroso confessa que o bichinho começou dentro da Mocidade Portuguesa, organização que frequentava na altura. “Eu era um chavalito pequeno, meti na cabeça que queria entrar” e, um dia, “fui até ao Grupo 28, na Rua das Pretas, em Lisboa, e inscrevi-me…os meus pais nem sabiam!”, confessou.

Cerca de cinco agrupamentos marcaram a sua formação escutista. “Os tempos eram outros, havia muitos agrupamentos que não tinham todas as secções”, dai ter que saltar de agrupamento em agrupamento para conseguir progredir no movimento. Depois de ter passado pelo Grupo de Moscavide e pelo Grupo da Encarnação, foi promovido a Chefe, no Seminário dos Olivais. “Tinha apenas 18 anos e uma fardinha nova. Nesse dia, mandaram-me ao ar e enfiaram-me dentro de água”, recordou emocionado.

Com mais ou menos 30 anos mudou-se para o Agrupamento de Alverca, e não só por ali ficou, como para ali puxou a sua filha e os seus netos. “A Anabela [a filha] foi a primeira lobita do Agrupamento”, relembrou.

Não faz só parte da história do 317, como é muito da história do Agrupamento. Passou pelas várias sedes, “muitas sem grandes condições”, passou pela fase em que os escuteiros começaram a receber raparigas e orgulha-se de ter alterado muitos dos “maus” hábitos do Agrupamento – “sempre nos assumimos como escuteiros Católicos, mas nunca íamos à missa”, explicou o Chefe Pedroso, acrescentando que foi uma das rotinas que ajudou a implementar no Agrupamento.

“O Agrupamento deu-me muito”, afirmou o Chefe Pedroso. Ainda assim, o Chefe confessou que também teve algumas chatices – “nunca deixei completamente o movimento mas houve uma altura que não vinha às reuniões porque tive alguns avessos com chefes do Agrupamento”.

Problemas de parte, e depois de ter dado muito às secções do Agrupamento, em 1977 foi investido como secretário do 317, função que ainda hoje exerce. Apesar de garantir que ainda tem muitos anos para dar ao movimento, confessa que o escutismo “já não tem o sabor que tinha”. Ainda assim, o Chefe Pedroso diz que gosta “de aqui estar” e que continua a sacrificar a o tempo em casa para poder continuar a viver o movimento – “A minha mulher diz que só falta trazer a cama para a sede”, diz em tom de brincadeira.

Recordando os tempos em que vivia activamente o movimento, afirma que a actividade que mais o marcou foi um acampamento em Monção – “Foi a que me deu mais gozo porque tivemos imenso trabalho para lá chegar, havia imensa chuva e tivemos diversas dificuldades na montagem do campo, mas mesmo assim, não desistimos e fomos extraordinários”, afirmou.

Quase a terminar uma agradável conversa, o Chefe Pedroso ainda teve tempo para deixar claro que “enquanto conseguir mexer as mãos e conseguir ajudar em alguma coisa” vai certamente continuar a ter os sábados à tarde reservados para o Agrupamento. “O movimento é uma escola de vida, aprendi muito por aqui”, confessou, relembrando que “uma vez escuteiro, escuteiro para sempre”.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

TIC-TAC, TIC-TAC.

Enquanto eu via os minutos passarem,
ele fez 300km só para me roubar um beijo.