The truest.
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Viajante (profissional).
Hoje perdi-me por aqui. E, confortavelmente sentada, viajei imaginariamente até 9 de junho de 2012. E (re-) conheci nove cidades europeias em 23 dias: Bucareste, Budapeste, Bratislava, Viena, Praga, Cracóvia, Varsóvia, Auschwitz e Berlim.
Depois fui mais longe: primeiro a Paris, depois a Lyon, a seguir a Sevilha e a Milão, depois a Palma de Maiorca e a S. Miguel. Voei até Londres, Matalascãnas, Madrid e Barcelona, parei em Andorra, voltei a Lyon. Uns minutos mais tarde regressei a Londres, agora melhor acompanhada, dei um salto a Greenwich e poucos segundos depois já estava de regresso a Milão. Depois fui até Rimini e atravessei a fronteira para San Marino. E voltei a subir Itália, desta vez até Turim. Parei em Bruxelas e planeei, novamente, Paris. Fiz as contas e somei metade das capitais europeias nas minhas mãos com unhas mal pintadas, nos meus sapatos confortáveis, na minha mochila já rota e sempre mal arrumada, nos meus olhos castanhos que sorriem semi-serrados, nas minhas constantes poucas horas de sono entre os check in e os check out, no meu cartão de memória gasto e, sobretudo, na minha bonita caixinha de recordações.
Facilmente me apercebi que podia tirar o profissionalismo do meu viajante, até porque eu faria isto, e muito mais, para o resto da minha vida, sem ter, necessariamente, que ter alguma desculpa em troca. E depois tive a certeza que o mundo também é a minha casa, desde que esteja com quem me quer bem. E que o saudosismo pode ser saudável, cúmplice e até agradável, desde que seja mútuo e compreendido.
Ainda confortavelmente sentada soube também que pequenas partes de mim ficam lá, longe, a quilómetros de distância da minha cidade, que nunca deixa de ser o meu refúgio. Ficam nas minhas fotografias imperfeitas, nas minhas escritas desalinhadas, no meu coração demasiado pequeno, nos meus sonhos longínquos e na minha felicidade fácil. E depois lembrei-me que daqui por uns dias faço novamente a mochila e fujo. E sorri.
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terça-feira, 15 de abril de 2014
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
..sobre amanhã.
Nunca se está preparado para apresentar uma dissertação de mestrado.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Até já.
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sábado, 7 de setembro de 2013
Proud.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
It's friday...
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Sexta-feira
domingo, 6 de janeiro de 2013
2012 | 2013
Um ano não é assim tanto tempo. Mas pode ser cheio de concretizações. O meu 2012 revelou-se assim. Aprendi que não vou ter tempo para tudo, mas que nada pode ficar por fazer. Amei com mais força, soube o que era crescer a dois. Batalhei com mais intensidade, fiz o que sonhava fazer. Argumentei. Venci muitas vezes. Soube o que era enviar 20 CV's num só dia, e não obter nenhuma resposta. Odiei com cada vez mais força quem ignora simples pedidos de aspirantes a pseudo-jornalistas. Mas sorri muito quando concretizei o meu primeiro projecto jornalístico Só meu. E deixei cair lágrimas de felicidade enquanto tornava sonhos realidade. Fui uma super-mulher naquelas semanas de Junho. Fiz A viagem da minha vida, com O amor da minha vida. Dormi (muito) pouco. Cansei-me. Arrastei-me muitas vezes. Soube o que era adormecer num banco de jardim em Berlim, numa relva verdejante em Postdam, num memorial de judeus. Dormi duas noites inteiras num comboio. Escrevi, fotografei, re-escrevi, apontei, editei, legendei. Fiz tudo, à minha maneira, à minha responsabilidade. Agradeci aos que me ajudaram, aos que leram e divulgaram. Meses depois ainda descubro que tenho leitores assíduos que não conheço e que despertei vontades de viajar em muita gente (e não, não estou a exagerar). Paguei a minha primeira viagem por completo. Passei os meus primeiros recibos-verdes, passei a gerir o dinheiro que ganhava fruto do meu trabalho. Aprendi que sei fazer mais do que jornalismo e que trabalhar (no meu) callcenter pode não ser assim tão mau. Falei rouca ao telefone. Fiquei quatro dias em casa sem voz. Tomei mais vezes conta da minha garganta. Fui insultada, comparada com robots, desligaram-me mais de mil vezes o telefone na cara, soube dar a volta a muita gente. Recebi prémios nos meses em que me aplicava mais a sério, e em que tinha sorte. Descobri que o meu apelido é ainda mais vulgar do que eu achava. Criei algumas empatias com as pessoas com quem falava. Espicacei os mais mal-educados, chamei-lhes "burros" com muita força, enquanto metia o telefone virtual no "mute". Senti-me um bocadinho melhor com isso. Percebi que um primeiro trabalho nunca vai ser um trabalho de uma vida. Mas senti-me, muitas vezes, privilegiada por ter um emprego, principalmente tão cheio de facilidades. Fiz colegas de trabalho, e passei a gostar da maioria deles. E ajudei outros tantos a arranjar trabalho. Alguns dos meus amigos de faculdade passaram a ser meus colegas de trabalho, o que me faz atenuar as saudades, mas que me deixa demasiado assustada. Despedi-me de muita gente, vi muitos partirem. Comecei a ponderar se será aqui o meu lugar. Desejei muitas vezes que tudo fosse mais fácil. Chorei com intensidade. Quis voltar aos bancos do Xiri, às salas de aula da Lusófona, às quartas-feiras trajada. Re-li, muitas vezes, a fita de finalista que o meu pai me escreveu. Chorei de cada vez que o fiz. Continuei a emprestar apontamentos e a marcar jantares, saídas e cafés com todos. Não tantos quanto queria. O meu traje deixou de me servir. Soube o que era fazer um ano de namoro. Jantei ainda mais vezes fora. Acordei mais vezes acompanhada. Aprendi a gostar de conchinhas durante a noite e a partilhar camas pequeninas. Dei beijinhos de boa-noite e de bom-dia. Passeei muito, fotografei ainda mais. Usei mais vezes o meu tripé (e o dos outros). Ensinei a fotografar, ofereceram-me uma maquina analógica. Tive mais paciência, mas continuei a ser muito rabugenta. Fiz mais ronhas e fui mais vezes preguiçosa. Jantei menos vezes com a minha família mas aprendi a dar mais valor a esses momentos juntos. Discutimos mais, mas fiz-me perceber mais. Senti mais saudades. Soube que ia ser madrinha. Ajudei a ver uma casa, vi nascer o filho de um casal amigo. Faltei a um casamento. Acampei uma semana, onde servi como uma caminheira crescida. Senti muito orgulho disso. Passei o meu aniversário no acampamento nacional. Recriminei muita coisa que, para mim, estava mal. Sobrevivi a cinco almoços de sandes de panado. Mais de sandes do que de panado. Respondi a mensagens de aniversário uma semana depois. Voltei a perceber que há pessoas que são de sempre e para sempre, mas percebi que há muitas palavras que não passam disso. Conjuguei imensos horários, imensas vidas, imensos trabalhos. Bebi mais café. Passei a coleccionar pacotes de açúcar, de forma organizada. Não cheguei ao objectivo dos mil até ao final do ano. Passei no código e na condução. Recebi a minha guia no dia da criança e tive que a validar duas vezes. Conduzi carros que não são meus. Fiz as seis cadeiras obrigatórias para o primeiro ano de mestrado e entreguei o meu projecto de teses. Engoli muitos sapos, mas devo ter desiludido mais vezes. Disse sempre o que pensava, mesmo que não gostassem de ouvir a minha opinião. Bati demasiadas vezes o pé. Disse muita coisa de forma incorrecta, fui muitas vezes mal interpretada. Fui a melhor Baguera que sei ser. Meti em causa muitas coisas que dava como adquiridas para o resto da minha vida. Soube ser racional. Faltou-me muitas vezes a ponderação. Abracei mais vezes e pedi mais vezes para não me deixarem. Tive demasiadas vezes medo de perder, agarrei-me com mais força. E porque o ano novo ainda pode ser tudo o que quisermos que ele seja, que os meus 12 desejos em formas de gomas com ursinhos sejam repletos de tanta ou mais felicidade.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Pikitim. ♥
Às vezes precisamos de
inspirações. De boas inspirações. E de ver bons projectos, boas ideias, boas estórias. Muito boas estórias. Precisamos de ver criar, para
também nós nos gerarmos. Precisamos de saber por onde lutar, por onde
aproveitar, por onde pegar. E precisamos de exemplos, daqueles que resultam,
que fascinam e que sonham.
É então que descobrimos que só precisamos
de viver para produzir. Ou de viajar para poder cronicar. Aprendemos que estórias são também aquelas onde nós residimos,
não apenas as que achamos, exploramos e divulgamos. E percebemos que são essas
as realmente reais.
A Pikitim é uma criança de cinco anos, que juntamente os pais viaja,
neste momento, numa verdadeira aventura – um percurso de 12 meses pelo mundo.
Filipe, o pai, já viajava por paixão e profissão, é cronista e fotógrafo de
viagens. A mãe, Luísa, é jornalista do Jornal Público.
Encontrei esta estória ainda ela não tinha,
efectivamente, começado. Acompanhei com emoção os primeiros relatos de partida,
depois de tantos meses de preparação. E vou, ainda hoje, sempre que posso,
dando um saltinho pelo site, lendo
parte das aventuras por eles retratadas.
Também por aqui me inspirei, e
aliando sonhos, vontades e paixões, criei algo meu. Ainda que não tenha tido,
certamente, as mesmas facilidades. Encontrei neste jornalismo aquilo que
verdadeiramente me move, e soube como aliar o meu top 4 de escolhas que me
realizam. E me fazem feliz.
Porque afinal, é das boas
inspirações que as verdadeiras estórias
são feitas. E ainda que o meu Projecto Interrail, que pode ser visto na Visão Online, pouco ou nada tenha a ver
com este, uma coisa eles têm em comum: estão cheios de amor.
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
É oficial:
..dia 9 de Junho deixo temporáriamente o Callcenter e, durante três semanas, vou ser uma (pseudo-) jornalista mais a sério, viajando pela Europa e escrevendo para aqui.
E assim, sim, vou juntar as quatro paixões de que, em Março, falava aqui. ♥
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
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