Mostrar mensagens com a etiqueta Recordações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Recordações. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

The most beautiful things are still pretty.

[Love you, era só isto que me apetecia dizer! <3]

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"Oh meu amoreee"

Just because I know there are still little things that make me so happy. And because I know you know I love these things. <3

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"Até já"

Nunca pensei que custasse tanto.
[e havia tanta coisa para dizer, mas hoje só dá para isto.]

sábado, 4 de setembro de 2010

Àquilo que amo.

Odeio despedidas, odeio mesmo. Mas quando me obrigam a despedir, ficam-me as recordações encravadas no coração daqueles últimos segundos em que trocamos olhares, ou em que deslumbramos tal paisagem, ou em que nos sentamos naquele espaço. E a seguir a estes, recorrem-me pensamentos de momentos que ficam, de palavras que ecoam nos meus ouvidos, de companhias que marcam, de espaços a que quero sempre voltar. E depois, depois volto a (re-) amar a liberdade e percebo que se aquilo que amo voltar foi mesmo porque o conquistei. Quando não volta, com certeza acredito que, afinal, nunca o tive.


E podia tentar explicar o quanto a nostalgia de pormenores insignificantes são marcas profundas, mas acho que isso é o papel mais importante da própria vida. Porque é o crescimento aquele que mais nos ensina que as despedidas são mesmo necessárias, mesmo quando fica tanta coisa entre distâncias.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Someday...

.So, try to scream for me and I promise that we will be happy again.

[e, no fundo, não foi isso mesmo que aconteceu hoje?!]

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sagres, tu sabes.

[que há sítios assim, de cortar a respiração! <3]

Junta tudo.

[Junta tudo e todos, tudo e mais alguma coisa. E limita-te a ser feliz e a amar!]

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Duas décadas.

[é muitooo tempo! :'D]

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Ser escuteira.


[podia tentar explicar, mas uma imagem vale mais do que mil palavras. No fundo, é por tudo e mais alguma coisa e a explicação sente-se até nos momentos mais complicados, não vale apena tentar transmiti-la em palavras.]


sábado, 10 de julho de 2010

Sobre mim.

.Amo a Felicidade. Os amigos. Os amigos. E mais os amigoooos. Os mais especiais. Os de sempre. Os melhores amigos. O meu Bando dos Nove mais a nossa preta querida, que ficaram para sempre. A forma como nos completamos. A minha madrinha-gémea-melhor-amiga. Passear de mãos dadas com ela. Recordar tudo o que já vivemos juntas e acreditar que tudo o que construímos irá sobreviver às barreiras da vida. Saber que por mais que o tempo e a vida passe, seremos sempre as tais. Confiar nela por saber que estará sempre lá. A minha Liii. As idas para a escola, sempre atrasadas. Os almoços á pressa nas baguetes. As conversas conjuntas. Os avisos, os conselhos, o ombro amigo que tanto me faltava naquela escola. As saudades que teimam em continuar a aparecer e o quanto me fazes falta agora que estás longe. As promessas de ser para sempre. O meu André Januário. As loucuras que o caracterizam. Os banhos à chuva. O meu outro André. O mega ocupado. O mega divertido. A má influência. Os jantares em casa dele, que são sempre brutais. O escuteirinho com falta de vontade. O meu Phyl. O segundo guia. O que me viu crescer e que contribuiu para o meu crescimento. O que está presente em tantas loucuras. A minha Leiluxa. A que a vida cruzou no meu caminho. A mega querida e a das mensagens surpreendentes. A minha Joana d’Évora. As fotografias tremidas que ela tira. A ingenuidade que a caracteriza. O Ricardo. Os fanatismos e as obsessões. A minha Jô. A preta. A que faz imensa falta. Os escuteirooos. O meu Hugo. O meu pequeno absolutamente tão especial. As provocações e as criancices dele. O tanto que já vivemos, o tanto que partilhamos. Todos os meus outros putos, maravilhosos putos. O meu Zé Carlos, que tem vindo a ser das maiores surpresas. O orgulho de vê-los crescer. Aquele nosso mundo perfeito. O meu lenço azul mais lindo. As imensas anilhas, cada uma com o seu significado, que ele transporta. As saudades da simplicidade do pioneirismo. O lenço vermelho, cor do fogo. Tão desejado, tão temido. As actividades mais brutais. As lágrimas que teimam em cair. A responsabilidade tal e o não querer crescer obrigada. Os acampamentos. As noites com nove pessoas em tendas de seis. O céu estrelado. O sol radiante da manhã. Os dias de chuva e os dias de sol. Os fogos de conselho. As noites de reflexão. As caminhadas intermináveis. O companheirismo que só ali se vive. A certeza de que é, de facto, o mundo perfeito, apesar de ter tantas imperfeições. A dor da perda de tanta gente. O meu padrinho, o meu João. O irmão dele, o meu Paulinho. As badalhoquices e as conversas indecentes. O espírito brutal, o "estatuto". A Catjinha, a nova aquisição. A nossa miúda da tuna. O nosso rei e o nosso novo-rei. "O bom clã". A minha Ângela, a primeira guia. O quanto mudou, o quanto significa. As pioneiras spé-fashions. As músicas parolas cantadas no meio das ruas. O meu Possi. As lágrimas no seu ombro e as saudades. As antigas sextas-feiras de coro. O carinho incondicional da Sara e da Raquel. Os sábados á tarde de reunião. O meu mano. As aventuras escutistas que partilhamos horas e horas. As birras, os amuos, as discussões. Os sorrisos mais sinceros e o amor de irmãos. A Sara e a Andreia, que apesar de tudo, continuam bem guardadas. A Gago Coutinho. O Rocky. O SH1. A D. Matilde e a D. Albertina. A Ju, o Miguel e o Frazão. As manas. As aulas do 11ºano que eram a comédia. As pilas e os Rocky’s nos livros. As folhas rasgadas. Os trabalhos de grupo de inglês. As novas saudades de quando tudo parecia tão simples. A vida universitária, a melhor. A Lusófona. A minha Su, um amor inexplicável. O tudo, tudo que já representa. O tudo, tudo que já partilhamos. A minha Cathy, a Verinha e a minha Mica. O meu Espanhol, que cada vez faz mais sentido. As bebedeiras conjuntas, as boleias, "a escuteirinha e o partilhar". Os caloirinhos e os doutores. As cusquices, os boatos, o mal-dizer, as pequenas confidências, a ajuda incontrolável. O "géniooo!". Os almoços no Xiri, no café das brasileiras ou no bar de desporto. As viagens de comboio e de metro absolutamente desesperantes, com a Monikita. As (muito) poucas horas de sono em semanas de avaliações. O mundo do jornalismo, que começa agora e que quero para sempre. Chocolate. Saídas. Aniversários. Jantares. Noites inteiras loucas de dança. PoolParty. Cafézinhos. Noites loucas. Festas pimba. Quim Barreiros. Bombocas. Emanuel. Black Bombain. Mónica Sintra. Música. Dançar. Fotografar. Sorrir. Rir à gargalhada. Berrar até já não ter voz. Escrever para expressar sentimentos. Viajar. Conhecer sítios e pessoas novas. Fins de semana com amigos. Aljustrel. Reguengos. Porto. Paris. Sevilla. Algarve. Barcelona. Milão. Palma de Maiorca. Açores. Londres. Matalascañas. Gibraltar. Cádis. El Rosio. Férias. A minha Rita. As semanas de Verão com ela. Verão. Sol. Vestidos pequeninos. Praia. Areia e água do mar. Beijinhos salgados.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

ABC...

Acordamos mergulhados em pensamentos. Brincamos genuinamente. Confiamos tanto e tão pouco. Damos um pouco de nós. Entrelaçamos as mãos porque o espaço que existe entre os nossos dedos serve para ser preenchido. Ficamos. Gritamos para nos ouvirmos quando a distância nos absorve. Hesitamos porque não temos certezas. Ingénuamente continuamos a querer ser crianças. Jogamos com os próprios sentimentos. Lamentamo-nos por não darmos mais de nós. Murmuramos secretamente desejos e paixões. Nadamos em lágrimas incontidas. Optamos. Perdemo-nos no tempo e no espaço. Queremos mais, muito mais. Rimos e recordamos incontrolávelmente e espalhamos a nossa felicidade. Sonhamos alto. Tememos por nós e por eles. Unimo-nos, esperando que a união faça a força. Vemos o quanto o tempo passa e o quanto fica. X. Zelamos para que seja para sempre.
[podia ser só um correr das letras do abecedário, mas acaba por ser um estado de espírito sobre tanta coisa.]

quarta-feira, 10 de março de 2010

Passeios (L)isboetas

[6.Março.2010 @ Baixa e Castelo de Lisboa @ Aniversário Andreia]

Uma cidade, um mundo a descobrir. Lisboa, aos nossos olhos. Uma espécie de festa de aniversário. Um reencontro numa tarde cheia de sol. Uns quantos quilometros percorridos, um milhão de histórias contadas, uma série de parabéns à nossa Andreia. Uma surpresa e uma promessa de voltarmos a repetir.

[Juro que quero voltar a fazer isto!]

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A arte de recordar.


[26.Fevereiro.2010 @ Santos @ (Re-)Encontros]
"Não é fácil a arte de recordar, porque a recordação, no momento em que é preparada, pode modificar-se, enquanto a memória se limita a flutuar entre a lembrança certa e a lembrança errada. Por exemplo, o que é a saudade? É vir à recordação algo que está na memória."
.Há momentos em que sabemos que aqueles de que tanto gostámos um dia, continuam lá, de todas as maneiras. Percebemos que mudaram, que mudamos, que estamos diferentes, mas que a essência permanece. E, por isso, temos a certeza que continuamos a gostar e que a arte da recordação vai sempre permanecer, vai sempre criar saudades e vai sempre ser a razão para não deixarmos de gostar.
E depois, percebemos que podemos juntar tudo e todos, que podemos recordar juntos, que podemos matar saudades, que podemos (de novo) conhecer e ser conhecidos. Depois, percebemos que juntos, continua muita coisa a fazer sentido.
[Juro que "Eu amo você!" :D]