terça-feira, 5 de outubro de 2010

Realidades por discutir.

Mas juro que ficaremos por viver o momento. Now!
[e o amanhã vem depois.]

Conferência- "A Rádio em Portugal e o Futuro", 7 de Outubro

[mais informações a serem acompanhadas aqui.]

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Outra vez.

[e mais uma vez. And again, and again, and again.]

sábado, 2 de outubro de 2010

Crónica- "Prometo pela minha honra"

Promessas, promessas, promessas. Prometemos aqui, prometemos ali. Prometemos isto e aquilo. Prometemos por tudo e por nada. Prometemos para agora e prometemos para o futuro. Juramos. Juramos isto e juramos aquilo. Juramos que sim e juramos que não. Juramos ser para sempre e juramos para nunca mais. Prometem os novos e juram os velhos. É tão típico do quotidiano e tão banal em toda a sociedade.
Prometemos sem sabermos o que estamos a prometer. Juramos tendo consciência que não podemos cumprir. No fundo, deitamos cá para fora meia dúzia de palavras que tranquilizam os que nos estão perto e que nos comprometem com alguém ou com alguma coisa. Prometemos não voltar a fazer. Juramos não esquecer. Prometemos voltar. Juramos “amar e respeitar na saúde e na doença até que a morte nos separe”. Prometemos “pela nossa honra”. Juramos amizades eternas e amores para sempre. Prometemos tanto, em tão pouco tempo e de uma forma tão inconsciente.
E será isso correcto? Porque, afinal, quantas promessas cumprimos? Quantas deixamos para trás? Quantas nem tentamos realizar? E quantas tentamos e desistimos, acabando por não conseguir cumpri-la? Quantas não se desvanecem em segundos, logo após de serem ditas?
Prometemos quase como quem troca de camisa e, de certa forma, uma promessa é hoje em dia tão banal que já não tem o devido valor. Prometemos, sempre, por uma questão de segurança. Prometemos que não voltamos a fazer, procurando a confiança daquele que magoámos. Juramos não esquecer alguém, na esperança que esse alguém também não nos esqueça. Prometemos voltar, seguros que iremos regressar àquele lugar. Juramos “até que a morte nos separe” no cerimonial do casamento, como forma de encontrar segurança e estabilidade ao lado de alguém para o resto da vida. Prometemos pela nossa honra porque, seguramente, apenas a honra terá a força suficiente para nos empurrar para o caminho da promessa.
E não seria bom termos a certeza de que todas as promessas serão cumpridas? Ou melhor, não seria bom que todos os que prometem fizessem os possíveis e os impossíveis para cumprir essas promessas? Não seria bom que houvesse uma maior consciência sobre o que significa prometer algo ou alguma coisa ou prometer-se a alguém?
Certamente a confiança não se destruía tão facilmente, certamente a segurança permanecia durante mais tempo, certamente não havia necessidade de tantos juramentos infundidos e incontrolados e certamente que promessas não ficariam limitadas a simples promessas.
É tempo de (re-) pensar as promessas. E (re-) pensá-las implica conhece-las, imaginá-las, cumpri-las ou ter coragem para admitir que, afinal, a honra não foi suficiente. É também altura para nos consciencializarmos do que já prometemos, do que gostávamos de prometer, do que já cumprimos e do que ainda nos falta realizar. É tempo de percebermos o que significa verdadeiramente prometer. Porque prometer mundos e fundos é comprometer algo, é obrigar a qualquer coisa, é oferecer esperanças a alguém e é dar sinais de muita coisa futura. Porque afinal, promessas não são só promessas, não envolvem só um individuo e, por isso, não basta simplesmente só prometer, prometer, prometer.

[e é por me continuarem a fazer "apenas" promessas que hoje me lembrei disto (não pelas melhores razões, de facto!)]

domingo, 26 de setembro de 2010

"Vocês são uns javardos" a comer iogurte.

"(...) Do outro lado, um grupo de cerca de 20 veteranos trajados a capa e batina fazem um círculo, encerrando no meio dois caloiros de olhos vendados a captar a atenção de tantos e tão divertidos veteranos. Estão a dar de comer iogurte um ao outro. Eles são a Sandra e o Eduardo. As mãos cheias de iorgurte acertam mais no cabelo e na roupa do que na boca de cada um. Ficam imundos. «Vocês estão uns javardos» - palavras usadas por um dos mais velhos para descrever o resultado desta praxe. Os veteranos mandam bocas que insinuam o lado sexual e/ou brejeiro que a brincadeira pode tomar: «Isso não é para mamar!», «Olh`aí as festinhas!», «Dêem um beijinho, caloiros»."

Texto de Paula Oliveira, Fotografias de Manuel Lino (TVI24). A reportagem completa pode ser vista aqui.
[e assim, recordar tudo isto tem ainda mais piada!]

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Modo: Gorda da Colher.

[Dvra Praxis, Sed Praxis.]

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"Até já"

Nunca pensei que custasse tanto.
[e havia tanta coisa para dizer, mas hoje só dá para isto.]

sábado, 4 de setembro de 2010

Àquilo que amo.

Odeio despedidas, odeio mesmo. Mas quando me obrigam a despedir, ficam-me as recordações encravadas no coração daqueles últimos segundos em que trocamos olhares, ou em que deslumbramos tal paisagem, ou em que nos sentamos naquele espaço. E a seguir a estes, recorrem-me pensamentos de momentos que ficam, de palavras que ecoam nos meus ouvidos, de companhias que marcam, de espaços a que quero sempre voltar. E depois, depois volto a (re-) amar a liberdade e percebo que se aquilo que amo voltar foi mesmo porque o conquistei. Quando não volta, com certeza acredito que, afinal, nunca o tive.


E podia tentar explicar o quanto a nostalgia de pormenores insignificantes são marcas profundas, mas acho que isso é o papel mais importante da própria vida. Porque é o crescimento aquele que mais nos ensina que as despedidas são mesmo necessárias, mesmo quando fica tanta coisa entre distâncias.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Someday...

.So, try to scream for me and I promise that we will be happy again.

[e, no fundo, não foi isso mesmo que aconteceu hoje?!]

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Sagres, tu sabes.

[que há sítios assim, de cortar a respiração! <3]