[mesmo que seja de lágrimas descontroladas no rosto, é também isto que me deixa feliz! Não consigo sequer tentar explicar.]
domingo, 17 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"Oh meu amoreee"
Just because I know there are still little things that make me so happy. And because I know you know I love these things. <3
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
1,2,3...
...Chapinhar nas poças com galochas brilhantes, dividir chapéus de chuva minúsculos e olhar a vida como crianças felizes!
[porque alguma coisa os dias cinzentos têm que ter de bom.]
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Centenário da República ou (...)?
"Na manhã do dia 5 de Outubro, em Lisboa, dirigentes do Partido Republicano Português dirigiram-se aos Paços do Concelho, de cuja varanda, José Relvas, acompanhado por Eusébio Leão e Inocêncio Camacho, proclamou a República: 'Unidos todos numa mesma aspiração ideal, o Povo, o Exército e a Armada acabou de, em Portugal, proclamar a República'."
[Ainda há dias vivíamos em crise, o Governo não apresentava soluções e ameaçava demitir-se caso o Orçamento de Estado (OE) não fosse aprovado. A oposição garantia que não queria uma crise política mas acusava-o de fazer chantagem. E eu, eu sem querer estragar todo o ambiente comemorativo que se vive a nível nacional (e que veio suprimir toda a conflituosidade parlamentar), pergunto-me desde muito cedo (e prolongo a questão ao longo de todo o dia) o porquê só este ano vimos a data ser assinalada de forma entusiasta? (e digo já que o facto de ser o centenário não esclarece em nada as minhas dúvidas). E sem querer parecer ainda mais indiferente, porque é que todos formulam V's de vitória e gritam "viva a República" quando o país mal se aguenta com republicanos? Podia tentar explicar, mas parece-me difícil demais para se perceber.]
Realidades por discutir.
Mas juro que ficaremos por viver o momento. Now!
[e o amanhã vem depois.]
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Conferência- "A Rádio em Portugal e o Futuro", 7 de Outubro
[mais informações a serem acompanhadas aqui.]
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Crónica- "Prometo pela minha honra"
Promessas, promessas, promessas. Prometemos aqui, prometemos ali. Prometemos isto e aquilo. Prometemos por tudo e por nada. Prometemos para agora e prometemos para o futuro. Juramos. Juramos isto e juramos aquilo. Juramos que sim e juramos que não. Juramos ser para sempre e juramos para nunca mais. Prometem os novos e juram os velhos. É tão típico do quotidiano e tão banal em toda a sociedade.
Prometemos sem sabermos o que estamos a prometer. Juramos tendo consciência que não podemos cumprir. No fundo, deitamos cá para fora meia dúzia de palavras que tranquilizam os que nos estão perto e que nos comprometem com alguém ou com alguma coisa. Prometemos não voltar a fazer. Juramos não esquecer. Prometemos voltar. Juramos “amar e respeitar na saúde e na doença até que a morte nos separe”. Prometemos “pela nossa honra”. Juramos amizades eternas e amores para sempre. Prometemos tanto, em tão pouco tempo e de uma forma tão inconsciente.
E será isso correcto? Porque, afinal, quantas promessas cumprimos? Quantas deixamos para trás? Quantas nem tentamos realizar? E quantas tentamos e desistimos, acabando por não conseguir cumpri-la? Quantas não se desvanecem em segundos, logo após de serem ditas?
Prometemos quase como quem troca de camisa e, de certa forma, uma promessa é hoje em dia tão banal que já não tem o devido valor. Prometemos, sempre, por uma questão de segurança. Prometemos que não voltamos a fazer, procurando a confiança daquele que magoámos. Juramos não esquecer alguém, na esperança que esse alguém também não nos esqueça. Prometemos voltar, seguros que iremos regressar àquele lugar. Juramos “até que a morte nos separe” no cerimonial do casamento, como forma de encontrar segurança e estabilidade ao lado de alguém para o resto da vida. Prometemos pela nossa honra porque, seguramente, apenas a honra terá a força suficiente para nos empurrar para o caminho da promessa.
E não seria bom termos a certeza de que todas as promessas serão cumpridas? Ou melhor, não seria bom que todos os que prometem fizessem os possíveis e os impossíveis para cumprir essas promessas? Não seria bom que houvesse uma maior consciência sobre o que significa prometer algo ou alguma coisa ou prometer-se a alguém?
Certamente a confiança não se destruía tão facilmente, certamente a segurança permanecia durante mais tempo, certamente não havia necessidade de tantos juramentos infundidos e incontrolados e certamente que promessas não ficariam limitadas a simples promessas.
É tempo de (re-) pensar as promessas. E (re-) pensá-las implica conhece-las, imaginá-las, cumpri-las ou ter coragem para admitir que, afinal, a honra não foi suficiente. É também altura para nos consciencializarmos do que já prometemos, do que gostávamos de prometer, do que já cumprimos e do que ainda nos falta realizar. É tempo de percebermos o que significa verdadeiramente prometer. Porque prometer mundos e fundos é comprometer algo, é obrigar a qualquer coisa, é oferecer esperanças a alguém e é dar sinais de muita coisa futura. Porque afinal, promessas não são só promessas, não envolvem só um individuo e, por isso, não basta simplesmente só prometer, prometer, prometer.
Prometemos sem sabermos o que estamos a prometer. Juramos tendo consciência que não podemos cumprir. No fundo, deitamos cá para fora meia dúzia de palavras que tranquilizam os que nos estão perto e que nos comprometem com alguém ou com alguma coisa. Prometemos não voltar a fazer. Juramos não esquecer. Prometemos voltar. Juramos “amar e respeitar na saúde e na doença até que a morte nos separe”. Prometemos “pela nossa honra”. Juramos amizades eternas e amores para sempre. Prometemos tanto, em tão pouco tempo e de uma forma tão inconsciente.
E será isso correcto? Porque, afinal, quantas promessas cumprimos? Quantas deixamos para trás? Quantas nem tentamos realizar? E quantas tentamos e desistimos, acabando por não conseguir cumpri-la? Quantas não se desvanecem em segundos, logo após de serem ditas?
Prometemos quase como quem troca de camisa e, de certa forma, uma promessa é hoje em dia tão banal que já não tem o devido valor. Prometemos, sempre, por uma questão de segurança. Prometemos que não voltamos a fazer, procurando a confiança daquele que magoámos. Juramos não esquecer alguém, na esperança que esse alguém também não nos esqueça. Prometemos voltar, seguros que iremos regressar àquele lugar. Juramos “até que a morte nos separe” no cerimonial do casamento, como forma de encontrar segurança e estabilidade ao lado de alguém para o resto da vida. Prometemos pela nossa honra porque, seguramente, apenas a honra terá a força suficiente para nos empurrar para o caminho da promessa.
E não seria bom termos a certeza de que todas as promessas serão cumpridas? Ou melhor, não seria bom que todos os que prometem fizessem os possíveis e os impossíveis para cumprir essas promessas? Não seria bom que houvesse uma maior consciência sobre o que significa prometer algo ou alguma coisa ou prometer-se a alguém?
Certamente a confiança não se destruía tão facilmente, certamente a segurança permanecia durante mais tempo, certamente não havia necessidade de tantos juramentos infundidos e incontrolados e certamente que promessas não ficariam limitadas a simples promessas.
É tempo de (re-) pensar as promessas. E (re-) pensá-las implica conhece-las, imaginá-las, cumpri-las ou ter coragem para admitir que, afinal, a honra não foi suficiente. É também altura para nos consciencializarmos do que já prometemos, do que gostávamos de prometer, do que já cumprimos e do que ainda nos falta realizar. É tempo de percebermos o que significa verdadeiramente prometer. Porque prometer mundos e fundos é comprometer algo, é obrigar a qualquer coisa, é oferecer esperanças a alguém e é dar sinais de muita coisa futura. Porque afinal, promessas não são só promessas, não envolvem só um individuo e, por isso, não basta simplesmente só prometer, prometer, prometer.
[e é por me continuarem a fazer "apenas" promessas que hoje me lembrei disto (não pelas melhores razões, de facto!)]
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domingo, 26 de setembro de 2010
"Vocês são uns javardos" a comer iogurte.
"(...) Do outro lado, um grupo de cerca de 20 veteranos trajados a capa e batina fazem um círculo, encerrando no meio dois caloiros de olhos vendados a captar a atenção de tantos e tão divertidos veteranos. Estão a dar de comer iogurte um ao outro. Eles são a Sandra e o Eduardo. As mãos cheias de iorgurte acertam mais no cabelo e na roupa do que na boca de cada um. Ficam imundos. «Vocês estão uns javardos» - palavras usadas por um dos mais velhos para descrever o resultado desta praxe. Os veteranos mandam bocas que insinuam o lado sexual e/ou brejeiro que a brincadeira pode tomar: «Isso não é para mamar!», «Olh`aí as festinhas!», «Dêem um beijinho, caloiros»."
Texto de Paula Oliveira, Fotografias de Manuel Lino (TVI24). A reportagem completa pode ser vista aqui.
[e assim, recordar tudo isto tem ainda mais piada!]
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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