quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

♪ (...) Aquelas coisas que fazem chorar.


"Eu não sei...
 ...tanto sobre tanta coisa
que às vezes tenho medo"
[Aplicava-se a tanta coisa.]

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Pega no telefone e liga.

Ainda que não acreditem, há coisas que vão viver para sempre em mim, tal como, acredito, há coisas em mim que vão viver sempre em vocês. Ficam na memória das nossas células, num passado que pode ser o nosso escudo, num presente distante e limitado que pode mesmo não vir a ser o nosso futuro.
E é por isso que quando as coisas não estiverem "sem nada para dizer" devem sempre pegar no telefone e ligar. E depois, depois é só falar de coração aberto, dizer que o queres dizer, chorar e sorrir se for preciso. E encontrar, consequentemente, uma resposta para o nosso coração.

É que ontem, ontem tive a certeza de que viver "sem ressentimentos" não é continuar com as laranjas todas no ar, tal e qual um malabarista exausto, sem saber nem como nem quando elas vão cair. E portanto, pegar no telefone e ligar foi sempre a melhor solução. Ligar as vezes que forem precisas até encontrares a resposta, a paz de uma certeza, que tanto querias ouvir. E hoje ainda faz tudo mais sentido, como se fosse possível chegar à perfeição. É que hoje, hoje sinto que o teu alívio é meu também e que se não fosse assim, já "isto" não seria a mesma coisa.

[e para ser mais precisa, se é que é mesmo necessário, onde se lê "pega no telefone e liga" devia ler-se "marca um cafezinho e vai". ♥]

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

ly2 *

Há momentos em que umas simples palavras sabem mesmo bem.
[E não sei explicar bem porquê mas tinha, mesmo, que deixar isto aqui.]

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vale a pena pensar nisto...

Ele olha subtilmente, ela devia timidamente o olhar. Ele toca de forma meiga, ela foge repentinamente. Ele vai, ela pede para voltar. Ele volta, ela prende-o com o olhar. Ele sorri, ela vai atrás. Ele beija, ela abraça.
E então ele quer, e já são dois a querer.



[E depois?! (...)]

domingo, 28 de novembro de 2010

Porque é que as pessoas gritam?

"Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
- Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma! - disse um deles.
- Mas, porquê gritar quando a outra pessoa está mesmo ao nosso lado? - questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça. - respondeu outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então, não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque é que gritamos com uma pessoa quando estamos aborrecidos? O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os corações delas afastam-se muito. Para cobrir essa distância precisam de gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte têm que gritar para se ouvirem um ao outro. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê? Porque os seus corações
estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos que nem falam, limitam-se a sussurrar. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, olham-se apenas, e basta. Os dois corações entendem-se.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não vão voltar a encontrar o caminho de volta."

Mahatma Gandhi
[Não acrescento nem mais uma palavra, está tudo dito.]

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

(...)


...Uma noite sonhamos até ser dia!
[Hoje é a noite.]


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

E ela diz...

"É para veres, há mães e MÃES." ♥
[Seems not, but I know it's true.]

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A força do sorriso.


[Obrigada Cátia, até a mim me fez sorrir.]

Não lhe fales, mas não lhe fales mesmo!

Um dia vais achar que és muito crescido para fazeres certas coisas, vais ligar mais vezes a televisão e sentar-te muitas vezes no sofá lá de casa. Nesse dia o mais provável é deixares de dizer "um dia" porque começas-te a levar a vida demasiado a sério.
Vais deixar de mimar tanto os amigos porque a família passará a ter mais importância. Vais deixar de dar beijinhos na testa e de abraçar quem merece. Vais deixar de esboçar sorrisos quando recebes mensagens no telemóvel e não vais certamente usar óculos escuros nos transportes públicos. Um dia vais achar que as MMS's são uma tecnologia muito avançada e vais deixar de gravar tudo e mais alguma coisa. Vais parar de te trancar com as tuas amigas na casa de banho, vais fazer rasgões de capa com tesouras porque "se é para rasgar, é para rasgar" e vais achar que essa coisa da vida académica é só para boémios. Vais achar que dizer "Oh meu amore" a chorar não tem assim tanta piada. Vais viver muito menos intensamente e sem contar minutos para o fim de nada.
Um dia vais ter uma rotina, vais-te esquecer mais facilmente das coisas e a agenda e os post-it vão ser os teus melhores amigos. Vais achar que não tens idade para sair à noite e que oito horas de sono é o mínimo que tens que dormir. Um dia não vais fazer directas a dançar nem vais compreender o verdadeiro significado de um "Shot". Vais deixar de ir a festas de bar aberto e não vais compreender o verdadeiro sentido de "ficar tontinha". Vais ser mais responsável e não conduzir bêbado, nem comer dentro do carro, nem tão pouco fazer voar asas de frango pela janela fora.
Um dia vais confiar e desabafar menos porque vais achar que ninguém te vai compreender. Vais deixar de dar a mão por baixo de capas traçadas. Vais achar que ter duas capas em casa não é, de todo, normal e que ver Quim Barreiros na primeira fila é um escândalo. Vais achar que ter vídeos no Youtube é uma invasão de privacidade e não vais aceitar que publiquem isso no teu Facebook. Um dia vais achar que "para sempre" é muito tempo, vais deixar de te vestir em casa dos outros e não vais querer que te façam festinhas quando mais precisas.
Um dia vais achar que ficar horas na faculdade só a conviver não faz sentido. Vais deixar de beijar em público. Vais achar que não podes, que não deves e que tens menos vergonha. Vais estar mais atento a boatos mas não vais querer falar sobre eles. Vais deixar de chorar pelas noites dentro e vais ter mais medo.
Um dia vais deixar de passar horas no quarto, na rua ou à porta de casa a conversar. Vais achar que ser feliz é mais do que caminhar de mãos dadas na rua. Vais achar que a cumplicidade não se vê só através de olhares e que o amor, afinal, "não é eterno". Um dia não vais ser parada na rua a perguntar se és gémea nem vais querer combinar cores para sair à noite. Vais perder a teimosia e vais conformar-te com o que os outros pensam mais depressa.
Um dia vais deixar de combinar cafézinhos, de pedir companhia e de saltar de agrupamento em agrupamento. Não vais ter sonhos escutistas nem acreditar que há uma certa perfeição na sede. Vais deixar de gostar de ver miúdos a correr pelos corredores e não vais compreender que "uma vez escuteiro, escuteiro para sempre". Vais achar que o sábado à tarde é para descansar, que acampar é desconfortável e não vais perceber o significado do verdadeiro sol da manhã e das estrelas brilhantes da noite. Vais achar que o teu irmão não é o Homem da tua vida e as birras com ele vão deixar de fazer todo o sentido.
Um dia vais vais achar que o mundo não vai nunca ficar melhor, vais tornar-te um Homem e ser menos feliz.


Já dizia o anuncio, e com razão. Quando esse dia chegar, não lhe fales. Mas não lhe fales mesmo!

domingo, 14 de novembro de 2010

Parecendo que não, tinha mesmo saudades...

...e a sede cheia de gente, os miúdos a correr por todos os lados, os sorrisos estampados em todos os rostos, os abraços apertados e a ternura dos olhares brilhantes vão sempre fazer parte, eu sei que sim!