quarta-feira, 11 de julho de 2012

"All good things come to an end."


As melhores são as que (infelizmente) terminam mais depressa.
Só para que não restem dúvidas, foi um prazer correr (parte) da Europa contigo. ♥


quinta-feira, 31 de maio de 2012

É oficial:

..dia 9 de Junho deixo temporáriamente o Callcenter e, durante três semanas, vou ser uma (pseudo-) jornalista mais a sério, viajando pela Europa e escrevendo para aqui.

E assim, sim, vou juntar as quatro paixões de que, em Março, falava aqui.

domingo, 27 de maio de 2012

"Queres ser o marido da outra?" ♥




"Mas os maridos das outras não,
Porque os maridos das outras são,
O arquétipo da perfeição,
O pináculo da criação."



Miminhos, miminhos.



("Uma das melhores coisas do mundo". ♥)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

domingo, 29 de abril de 2012

"Free to explore Europe"


"Agora, não há volta a dar." ♥
[Obrigada. Nada disto seria possivel (nem teria o mesmo significado) sem ti.]




domingo, 22 de abril de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

Escuteiros e acampamentos para o resto da vida.


"Creio que o dia mais importante da minha vida foi um sábado de Maio de 1977 em que entrei para os escuteiros. Eu tinha oito anos. Essa decisão iria espoletar a sede dos espaços abertos, que por sua vez iria provocar a curiosidade de ver o que estava do lado de lá desses espaços abertos - que é a razão de cada viagem. Mas não descobri logo nesse sábado que adorava viajar. Foi alguns fins-de-semana depois, quando se marcou um acampamento para a nossa faixa etária, os lobitos.
(...) Acampámos no adro de uma capela no tecido urbano. Nessa noite, cantámos e representámos histórias escutistas à volta da fogueira. Tínhamos todos entre oito e onze anos, excepto os dois chefes que nos acompanhavam e que deviam ter à volta de dezoito. Era a noite mais intensa da minha vida.
(...) Regressámos a casa dois dias depois. Não sabia como dizer aos meus pais, mas quando se toca o fim do mundo pela primeira vez nasce algo de novo em nós. Disse-lhes que tinha tomado uma decisão, que não queria mais estudar, só queria escuteiros e acampamentos para o resto da vida. Queria viajar. Nessa noite histórica fui mandado para a cama sem sobremesa (...). Trinta anos depois, quem diria, a minha actividade económica principal mantém-se coerente com a decisão tomada na noite em que regressei do fim do mundo (...)".

Gonçalo Cadilhe in Encontros Marcados.